10 Set

Olá Pessoal,

Em comemoração ao dia dos Profissionais de Administração e Contabilidade, realizaremos o Encontro:  Administrador e Contador  ” Profissionais do Desenvolvimento”. O evento consiste em discutir temas que abordam a moderna gestão de empresas e despertem a visão holística do Administrador e do Contador na atualidade.

Será realizado nos dias 16 e 17 de setembro, às 18:30h no auditório do Blue Tree Rio Poty Hotel, localizado na Av. Marechal Castelo Branco 555  Ilhotas, Teresina – PI.

Temas atuais como Gestão Pública, Controladoria, Profissionalização de Empresas e Motivação no Ambiente Corporativo serão apresentados por profissionais renomados.

O evento será um momento único para compartilhar ideias e experiências sobre duas profissões muito promissoras do mercado atual.

Participe e amplie seus conhecimentos!

Coordenação de Curso

escrito por Mathilde Soares

10 Set

Olá Pessoal,

Informamos que uma Empresa de grande porte situada na cidade de Teresina, seleciona candidatos para a área Contábil.

  • Requisitos: Ensino técnico ou superior incompleto em Ciências Contábeis, com conhecimento em Speed Fiscal.
  • Conhecimentos e qualificação: Domínio em rotinas básicas e técnicas de contabilidade/ legislação fiscal, tributária, previdenciária e speed fiscal, com experiência mínima de 1 ano.

Os interessados deverão encaminhar perfil profissional para o email: depderecrutamento@gmail.com até dia 11/09/2013.

Boa Sorte!!!

escrito por Mathilde Soares

22 Abr

Incentivando a Inovação: Como Energizar seu Time

Todos numa empresa precisam se sentir donos de uma ideia. Veja boas práticas de incentivo à inovação entre os funcionários.

Inovação é um tema recorrente e de fórmula ‘desconhecida’. Como algumas empresas conseguem criar um DNA de inovação e outras padecem à margem da tentativa? Sem tentar responder a todas as facetas dela, vou tentar trazer alguma luz às boas práticas de incentivo à inovação entre os funcionários.

Claro que a remuneração financeira, como bônus e stock options, são elementos importantes no alinhamento dos colaboradores com as metas globais da empresa, mas não são suficientes na criação de um ambiente de criatividade e inovação. Por vezes até, incentivos financeiros muito focados no curto prazo prestam um desserviço à inovação e à saúde da empresa no longo prazo.

Fundamental, então, é a criação de um ambiente positivo, que estimule a geração de novas idéias, sem penalizações por conceitos absurdos. O time, como um todo, deve se sentir co-criador e dono da empresa ou produto, responsável pelo seu sucesso ou fracasso e candidatos a receber a glória pela superação das expectativas no mercado.

Agora, como fazer isso? Na minha experiência, é tudo questão de cultura e atitude, muito determinada pelas ações e postura dos ‘chefes’. Aqui cabe a diferenciação entre o líder e o gerente. O líder estimula a inovação, trazendo sua visão e incentivando, energizando e inspirando seu time, enquanto o gerente tende a mandar fazer do jeito dele. Ou seja, a postura do gerente é um inibidor natural à criação.

Portanto, na próxima vez que você estiver tocando uma reunião, analise um pouco sua postura:

• Criei um ambiente positivo e não ameaçador para novas idéias?

• Fui como um líder ou um gerente?

• Estimulei, energizei, inspirei aos colaboradores em compartilhar a visão da empresa?

• Consegui deixar a sensação do projeto ser de todos e não só minha?

• Tenho sido um catalisador ou inibidor da inovação?

Aproveito para deixar um pensamento que levo comigo. O gerente tenta segurar a sua cadeira e seu título na empresa, se sentindo ameaçado que tomem seu lugar. O líder vive para tornar sua posição obsoleta, dando espaço para o crescimento de sua equipe e assim, naturalmente, ser alçado pelo seu time à busca de novos voos.

André Bianchi Monte-Raso é especialista em estratégia, start-ups e desenvolvimento de negócio, consultor de grandes grupos de mídia, tecnologia e Telecom, e também escreveu sobre inovação em Startups Vs. Gigantes.

Fonte:

http://www.endeavor.org.br/artigos/estrategia-crescimento/inovacao-implementacao-de-cultura-de-inovacao/incentivo-a-inovacao-criatividade-recompensada

escrito por Mathilde Soares

22 Abr

Informamos a toda a comunidade acadêmica e demais profissionais da área que está aberta as inscrições para:
III FORUM – BRASILEIRO DE CONTABILIDADE – Controladoria e Contabilidade Gerencial – Competências e Habilidades do Profissional Contábil na Gestão Empresarial.
Data da Realização: 05 a 07 de junho de 2014
Local: Centro de Convenções de Pernambuco – RECIFE/OLINDA
Inscrições e Informações em: Mauriciodenassau.edu.br / Fone: (81) 3231.1431 / 2121.5957.

Participe.

escrito por claudia.gomes

22 Abr

A Conferência é considerada o maior evento de Contabilidade e Auditoria Independente do Brasil

Estão abertas as inscrições para a 4ª Conferência Brasileira de Contabilidade e Auditoria Independente realizada pelo Ibracon – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil. O evento será realizado nos dias 18 e 19 de agosto, no Amcham Business Center, em São Paulo, e reunirá conferencistas, nacionais e internacionais, para a discussão dos temas atuais mais impactantes para a profissão.

As informações sobre o evento estão disponíveis no novo Hotsite da Conferência, em fase de desenvolvimento, incluindo a programação de painelistas/palestrantes confirmados até o momento; os temas abordados; os depoimentos de participantes e fotos e vídeos das edições anteriores. O hotsite também informa os valores para a participação e já permite a realização da inscrição.

A Conferência Brasileira de Contabilidade e Auditoria Independente, considerada o maior evento de Contabilidade e Auditoria Independente do Brasil, tornou-se referência no calendário da classe contábil e empresarial nacional por debater temas relevantes da área, antecipar cenários, contribuir com o desenvolvimento e a atualização profissional.

Para esta quarta edição da Conferência, temas como: Responsabilidade do auditor; Atualidades das IFRS; Novo Relatório do Auditor Independente; Transparência das PMEs serão alguns dos destaques.

Para realizar a sua inscrição e acompanhar as informações sobre a 4ª Conferência, acesse o site http://www.ibracon.com.br/conferencia/edicao4/index.php

Fonte: http://www.ibracon.com.br

escrito por Mathilde Soares

16 Abr

Descoberta levanta grandes questões políticas sobre se já foi feito o bastante em termos de legislação global para melhorar a qualidade das auditorias

Washington – Auditorias em companhias públicas e em bancos conduzidas ao redor do mundo por unidades afiliadas às seis maiores empresas de contabilidade do mundo estão persistentemente cheias de problemas, afirmou um grupo internacional de reguladores.

A descoberta, divulgada nesta quinta-feira em pesquisa do Fórum de Reguladores de Auditores Independentes (IFIAR, na sigla em inglês), levanta grandes questões políticas sobre se já foi feito o bastante em termos de legislação global para melhorar a qualidade das auditorias desde a crise financeira de 2007-2009.

Pouco antes do estouro da crise, muitos bancos listados pintaram quadros positivos sobre seus registros contábeis apenas para depois sofrerem grandes perdas com títulos atrelados a hipotecas de alto risco que estavam em suas carteiras.

“A alta taxa de deficiências e suas gravidades em aspectos críticos das auditorias (…) é um alerta para as companhias e para os reguladores”, disse Lewis Ferguson do Conselho de Supervisão de Contabilidade de Companhias Públicas, órgão que fiscaliza auditores nos Estados Unidos.

“Mais precisa ser feito para melhorar a confiabilidade do trabalho de auditoria que é executado globalmente em nome dos investidores.” A pesquisa global sobre a performance de auditorias foi divulgada ao final de um encontro de três dias em Washington que incluiu a participação de reguladores de várias partes do mundo.

Juntos, os 50 reguladores formam o IFIAR, uma coalizão formada em 2006 para melhorar o compartilhamento e coordenação de informações.

As descobertas do levantamento discutidas na quinta-feira derivam principalmente de inspeções conduzidas em 2013 por companhias afiliadas às seis maiores empresas de contabilidade do mundo. Isso inclui as “quatro grandes” do setor: PricewaterhouseCoopers, KPMG, Deloitte e Ernst & Young, bem como BDO e Grant Thornton.

Fonte: Exame.com

escrito por Mathilde Soares

16 Abr

escrito por brivaldo.reis

16 Abr

25 de abril – DIA DO CONTABILISTA
CONTABILIDADE SOLIDÁRIA
II CAMINHADA SOLIDÁRIA DO PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE DO RN
26 DE ABRIL 2014 – NATAL-RN
A Academia Norte-Rio-Grandense de Ciências Contábeis – ACADERNCIC e o CRC-RN JOVEM realizarão no próximo dia 26 de abril – 8:00h, a II CAMINHANDA SOLIDÁRIA DO PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE.
CAMINHAR SIGNIFICA LONGEVIDADE!
FAÇA A DIFERENÇA. ABRACE ESSA CAMINHADA!

escrito por claudia.gomes

16 Abr

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Mesmo não sendo culpado pela baixa competitividade brasileira, o modelo trabalhista está longe de ser perfeito. Mas o que, afinal, poderia melhorar?

Tornou-se lugar comum atribuir a falta de competitividade da indústria brasileira ao custo trabalhista. A repetição exaustiva desse mantra confere à questão um aspecto de verdade inquestionável entre os empresários e a maioria das pessoas não se dá o trabalho de examiná-la com neutralidade.

Mas será mesmo? Estou convencido que não.

Quem imagina pagar 11 meses de salário por ano ao empregado que tirar férias? O 13º salário é tão antigo que originalmente se chamava “gratificação natalina” e nem é exclusividade brasileira. Quem imagina não ter de indenizar um empregado pela sua demissão com base nos seus ganhos? Quem imagina não pagar seguro social para os trabalhadores? Então, sejamos sinceros, exceto sob a ótica primitiva do fim século XVIII, o “custo trabalhista” da folha de pagamento brasileira não é a causa da nossa baixa competitividade internacional.

Sejamos realmente sinceros. A falta de competitividade brasileira resulta da combinação de dois problemas, nenhum deles trabalhista: a corrupção e a ineficiência do modelo social-econômico. A corrupção é o mal que consome recursos caros. Como o demônio, a corrupção é silenciosa e nega existir. A corrupção se retroalimenta do paradoxo perverso de quanto mais ineficiente é o Estado no uso dos seus recursos (porque os desvia), maiores serão os impostos; mas quanto maior a taxação sem retorno compatível para a sociedade, maior a sonegação; mas, então, quanto maior a sonegação, menor a arrecadação, maior a taxação. A ineficiência do modelo social-econômico, do seu lado, não é menos perversa. Ela é resultado da zona de transição entre um país pobre e um país rico. Do país pobre, o Brasil tem os elevados custos de produção causados por ineficiência de infraestrutura (energia e vias de escoamento de produção) e educação (modesto desenvolvimento tecnológico e mão de obra desqualificada). Do país rico, temos a carga tributária e a elevação do padrão econômico da sociedade em geral. Não dá mesmo para ser competitivo assim.

Mesmo não sendo culpado pela baixa competitividade brasileira, o modelo trabalhista está longe de ser perfeito. A “reforma trabalhista” é uma expressão corrente com inúmeros estudos e projetos.

Ainda vivemos sob a cultura de que capital e trabalho se opõem. No entanto, parece-me que esse grau de oposição é fruto da própria vida em sociedade, permeada de conflitos de interesse. Em curto prazo, os interesses do capital e do trabalho podem ser opostos e talvez as leis do mercado nem sempre bastem, mas há (ou deveria haver) elementos de convergência em longo prazo. Afinal, sem empreendedores, não haveria quem desse emprego.

As leis são produto da sociedade, e não ingrediente. As nossas leis refletem uma sociedade com grande intervenção e protecionismo do Estado e será tolice imaginar uma reforma drástica das leis trabalhistas contrária a esse caráter. Certo ou errado, isso é o que somos como sociedade. Se quisermos um modelo de lei diferente, teremos de mudar nós mesmo, antes de qualquer coisa.

Está claro, portanto, que a defesa de uma plena reforma não é só ambiciosa demais, é irreal. Melhor será tratar de poucos e importantes pontos e para isso tenho três sugestões:

(1) Há pouca diferença entre os deveres de uma grande e uma pequena empresa. Os trabalhadores de uma pequena empresa não devem ter menos direitos que os de uma grande. Mas considerando o pacto social entre empresas, empregados e Estado para custeio da Seguridade Social, parece-me injusto que a contribuição empresarial do pequeno empresário não seja subvencionada pelas empresas maiores e pelo próprio Estado.

(2) Inadequado tratamento igual a empregados de diferentes níveis econômicos e educacionais. É inegável que o conceito tradicional do trabalhador-operário, hoje também do empregado de escritório, continua precisado de proteção em razão da sua natural vulnerabilidade contratual e fragilidade econômica. Mas não é menos verdade que uma parcela menor deles, mas crítica para qualquer empresa, tem real poder de negociação de contrato de trabalho (pela escassez de concorrentes) e tem economias suficientes para lhes dar lastro na aceitação e negociação do emprego. São os empregados em cargos ditos “executivos”, de administração das empresas.

Parece-me muito razoável que a lei tenha mecanismos de flexibilidade de negociação individual para empregados cujos salários acima de um determinado patamar salarial, por exemplo, ou ao menos, para os cargos “executivos”. Exemplo eloquente está no topo da hierarquia dos cargos. É injustificável a diferença legal entre diretor estatutário (S/A) e administrador (Ltda.). Por que apenas o primeiro pode ter o contrato de trabalho suspenso? A jurisprudência já sinaliza essa relativização, mas de forma tímida e sempre dentro dos limitados parâmetros da lei, necessariamente.

(3) Representatividade sindical voluntária. Na verdade, a reforma sindical vale um debate à parte e me arrisco por ter de tratar o tema aqui com superficialidade. A representatividade compulsória e o monopólio sindical (tanto dos trabalhadores quando a sua contrapartida profissional), ainda que seja defendido por algumas boas razões (das quais destaco a vulnerabilidade de um sistema pulverizado e a retaliação aos sindicalizados) tem efeitos colaterais nocivos. O resultado das negociações coletivas não é determinado necessariamente pela maioria, mas pelos mais ativos; e uma única norma coletiva é evidentemente insatisfatória para todo um segmento de indústria. Paradoxalmente, a combinação da representatividade compulsória com o monopólio sindical desvaloriza a via negocial para um grande número de trabalhadores e empresas. Para esses, é um modelo de simples adesão. O problema é ainda mais evidente nos casos de empregados em cargos “executivos”.

Por isso, minha recomendação é que deixem o velho mantra de lado e que ataquem problemas concretos e viáveis, que, de fato, possam melhorar a vida dos empreendedores e funcionários, ao mesmo tempo.

Por José Carlos Wahle,  sócio do escritório Veirano Advogados.

Fonte:http://www.endeavor.org.br/artigos/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/aspectos-trabalhistas-a-culpa-nao-e-da-clt-mas-melhorias-sao-bem-vindas

escrito por Mathilde Soares

16 Abr

Quando é a hora certa de buscar capital externo?

Se você tem uma empresa e quer crescer agressivamente, estas dúvidas já devem ter lhe ocorrido. Quando é a hora certa de levantar investimento ou captar recursos externos? Eu realmente preciso levantar investimento? Um empréstimo pode ser uma boa alternativa para mim? Quais os benefícios e os problemas trazidos pelo capital de risco? O capital externo, muitas vezes é algo que ajuda as empresas a crescer mais rápido, mas também pode trazer algumas complicações. Cabe a você, empreendedor, descobrir a hora certa e as condições ideias para ir atrás de uma captação de recursos. Neste artigo vamos falar um pouco do timing para buscar recursos externos.

Não basta uma ideia.

É extremamente raro o caso de investidores/financiadores de empresas apostarem em uma ideia apenas. Se você ainda está neste estágio, uma boa alternativa é seguir pelo caminho do bootstrap, ou seja, você mesmo financia seu negócio até chegar a hora correta de buscar o capital. Segundo um artigo da revista Forbes, o empreendedor tem que se mover e provar que já percorreu um longo caminho com a sua empresa. Não no sentido de tempo, mas no sentido de resultados alcançados. Chegue o mais longe possível sem investimento e faça as contas. Quanto me custou para chegar até aqui? Qual o retorno que tive? Se você tivesse mais capital, você chegaria mais longe? Um investidor quer ver seu mercado se movimentando, um time formado e os primeiros sinais de que seu negócio vai ser um estouro. Se este não for o caso, é melhor aguardar.

Você tem tração?

Se você não tem destaque no mercado, clientes importantes, volume de clientes ou faturamento, provavelmente você não tem muita tração. Pouca tração significa muita diluição em um cenário de investimento e muitos investidores sequer olham empresas sem sinais de tração. Se você busca recursos no banco, como um empréstimo ou programas de acesso a capital do governo, ainda assim precisa provar que tem crescido rápido para conseguir o melhor custo de capital possível.

Se você ainda não tem números e resultados expressivos no seu mercado é melhor fazer o dever de casa antes de captar recursos. Este artigo da aceleradora 500 startups é um bom lugar para começar a aprender como gerar tração para sua empresa.

Apenas para ilustrar, existem dezenas de indicadores de tração para empresas. Tração pode ser um número grande de usuários do produto, faturamento, alta capacidade de geração de leads, entre outras coisas. No caso do Facebook, quando a empresa levantou sua primeira rodada de investimentos, no valor de U$500.000 do empreendedor Peter Thiel, ela já possuía quase 1 milhão de usuários. Posteriormente, este investimento chegou a valer mais de U$ 1.1 bilhões, quando Peter Thiel vendeu a maior parte das suas ações.

Você consegue captar o volume de recursos suficiente para atingir seus objetivos sem comprometer a gestão e a sua participação no negócio?

Se você precisa do capital, tem também que saber o quanto está disposto a pagar por ele. Quanto você quer diluir do seu negócio. Quanto de juros você está disposto a pagar. Qual a contrapartida você dará no caso de recursos governamentais. Se você está disposto e tem a maturidade para lidar com sócios externos. Se sim vá adiante. Caso contrário, analise profundamente sua situação e repense seus conceitos.

Seu negócio está indo bem e você não precisa captar para continuar crescendo?

Se esse é o caso, você está na melhor posição. Afinal você não tem pressão e o dinheiro é apenas uma opção de aceleração do crescimento. Os investidores vão fazer ofertas, aumentar seu valuation e fazer de tudo para serem seus sócios. Os bancos vão lhe oferecer as melhores linhas de crédito. Use isso a seu favor. Neste cenário se você for captar recursos, você terá os melhores termos possíveis.

Fonte: http://www.endeavor.org.br/artigos/financas/acesso-a-capital/quando-e-a-hora-certa-de-buscar-capital-externo

escrito por Mathilde Soares

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