10 Set

Olá Pessoal,

Em comemoração ao dia dos Profissionais de Administração e Contabilidade, realizaremos o Encontro:  Administrador e Contador  ” Profissionais do Desenvolvimento”. O evento consiste em discutir temas que abordam a moderna gestão de empresas e despertem a visão holística do Administrador e do Contador na atualidade.

Será realizado nos dias 16 e 17 de setembro, às 18:30h no auditório do Blue Tree Rio Poty Hotel, localizado na Av. Marechal Castelo Branco 555  Ilhotas, Teresina – PI.

Temas atuais como Gestão Pública, Controladoria, Profissionalização de Empresas e Motivação no Ambiente Corporativo serão apresentados por profissionais renomados.

O evento será um momento único para compartilhar ideias e experiências sobre duas profissões muito promissoras do mercado atual.

Participe e amplie seus conhecimentos!

Coordenação de Curso

escrito por Mathilde Soares

10 Set

Olá Pessoal,

Informamos que uma Empresa de grande porte situada na cidade de Teresina, seleciona candidatos para a área Contábil.

  • Requisitos: Ensino técnico ou superior incompleto em Ciências Contábeis, com conhecimento em Speed Fiscal.
  • Conhecimentos e qualificação: Domínio em rotinas básicas e técnicas de contabilidade/ legislação fiscal, tributária, previdenciária e speed fiscal, com experiência mínima de 1 ano.

Os interessados deverão encaminhar perfil profissional para o email: depderecrutamento@gmail.com até dia 11/09/2013.

Boa Sorte!!!

escrito por Mathilde Soares

18 Out

Neste dia 18/10/2014, foi realizado mais um processo seletivo da Faculdade Maurício de Nassau, no Bloco Magalhães, ao qual foi um sucesso obtido pelo desenvolvimento de um incansável trabalho da equipe de captação; registro então meus parabéns a todos! não esquecendo de parabenizar os alunos que encontravam-se acompanhando seus amigos, dando-lhes desde já total apoio e exemplo de que somente a educação poderá nos proporcionar dias melhores! Parabéns a todos envolvidos neste processo! Parabéns Profª Betania Fidalgo!!!

escrito por sergio.pery

18 Out

Neste sábado 18/10/14, ocorreu o encontro de Líderes, no Bloco Serzedelo, de 9:00 às 12:00, com a fantástica palestra da Profª e Psicóloga Amanda Cruz, tivemos uma grande participação e interatividade por parte dos alunos que neste semestre encontram-se com tal responsabilidade. Gostaria de agradecer a Profª Amanda Cruz e o nosso valoroso colaborador e responsável pelo Núcleo de Talentos, o Sr. José Osmar. Fraterno abraço!!!

escrito por sergio.pery

17 Out

Os alunos do Curso de Ciências Contábeis da Nassau Fortaleza homenagearam seu professores.TURMA DO PRIMEIRO SEMESTRE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

TURMA DO TERCEIRO SEMESTRE

TURMA DO QUARTO SEMESTRE

TURMA DO QUINTO SEMESTRE

SEGUNDO SEMESTRE NOITE

SEXTO SEMESTRE

SEXTO SEMESTRE

SEGUNDO SEMESTRE MANHÃ

escrito por Sandra Figueiredo

17 Out

Bolsa também acompanhou o fraco desempenho dos mercados externos, que reflete preocupações com a economia da Europa. Dólar sobe, cotado a R$ 2,465

A decepção do mercado financeiro com a reafirmação do empate técnico entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), somada ao fraco desempenho das bolsas externas por conta de preocupações com a economia da Zona do Euro, levaram o Ibovespa a amargar a segunda queda consecutiva. O índice fechou com recuo de 3,27%, aos 54.298 e acumula perdas de 6,51% nas duas últimas sessões. O giro financeiro foi de R$ 10,5 bilhões.

Os investidores esperavam que o apoio de quase toda a oposição a Aécio fortalecesse sua candidatura, enquanto as denúncias da Petrobras pesassem sobre a campanha à reeleição da presidenta. Entretanto, Ibope e Datafolha mostraram empate técnico entre os candidatos – 51% a 49%, com vantagem numérica de dois pontos percentuais para o tucano, resultado idêntico aos últimos levantamentos.

As ações da Petrobras lideraram a ponta negativa do Ibovespa – as preferenciais recuaram 7,44%, enquanto as ordinárias perderam 7,25%. Banco do Brasil ON caiu 2,63% e Eletrobrás ON teve queda de 3,82%. “O movimento da bolsa acompanha a indefinição da eleição. Pode ser que o debate do SBT (que começou às 18h) faça algum preço no mercado amanhã”, pontuou o estrategista-chefe da SLW, Pedro Galdi. À frente dos ganhos, ALL ON subiu 2,99%.

Na agenda econômica, o IBC-BR, indicador do Banco Central considerado uma prévia do PIB, avançou 0,27% em agosto. “O avanço, na série com ajuste sazonal, depois do acréscimo de 1,52% em julho, sinaliza que o país cresceu algo no terceiro trimestre, mas ainda assim não altera o cenário de deterioração da economia”, apontou a Guide Investimentos, em nota.

Nos Estados Unidos, o número de pedidos de auxílio desemprego recuou na última semana para o menor nível em 14 anos, o que mostra o fortalecimento do mercado de trabalho. A produção industrial, por sua vez, cresceu 1% em setembro, acima da expectativa dos analistas. O número foi suficiente para recuperar a contração de 0,2% observada em agosto. Ainda assim, as bolsas operaram em queda durante boa parte da sessão por conta de preocupações com o fraco desempenho da economia da Europa.

A Alemanha reduziu a projeção de crescimento para este ano, a França está com problemas fiscais e a inflação da Zona do Euro ficou em 0,3% em setembro, o nível mais baixo desde outubro de 2009. “Os mercados precificam uma retração da economia da Europa, o que pode prejudicar todo o mundo”, destacou Galdi, lembrando que a China não teria mais um canal para importar grandes volumes e compraria, então, menos commodities, o que refletiria de maneira direta no Brasil.

Após operarem no vermelho durante boa parte do dia, os índices de Wall Street esboçaram leve recuperação no fim da sessão como resposta ao discurso do presidente do Federal Reserve de St. Louis, Jamess Bullard, que defendeu o “atraso” do fim do programa de compra de títulos, que encerra este mês. O Dow Jones recuou 0,15%, o S&P e o Nasdaq ficaram perto da estabilidade, com leve alta de 0,01% e 0,05%, respectivamente.

No mercado de câmbio, o dólar subiu 0,28%, cotado a R$ 2,465 na venda.

Disponível em: brasileconomico.ig.com.br

escrito por Mathilde Soares

16 Out

Neste sábado em que aconteceu a transladação do Círio de Nazaré, registramos a participação em massa dos alunos de todos os cursos da Faculdade Maurício de Nassau Belém. Aproveitamos para agradecer todo o esforço dos alunos e corpo de colaboradores em participar e confraternizar neste momento de fé!!!

escrito por sergio.pery

16 Out

A falta de normas para avaliar os dados confunde contadores e economistas.

O que você compra no supermercado, quais posts você “curte” no Facebook, como você usa o GPS no carro: há empresas baseando todo o seu modelo de negócios na coleta e vendas de dados como esses.

O problema é que ninguém sabe realmente quanto valem todas essas informações. Dados não são um bem físico como fábricas ou dinheiro, e não há nenhum método oficial para estimar o seu valor.

“É absurdo que as empresas tenham melhor controle contábil dos móveis de seus escritórios que de seus ativos de informação”, diz Douglas Laney, analista da firma de pesquisa e consultoria de tecnologia Gartner Inc. “Você não pode administrar o que você não mede.”

À medida que mais empresas manipulam informações e usam ferramentas de análise de grandes volumes de dados em busca de maneiras de gerar receita, a falta de normas para avaliar esses dados cria uma lacuna cada vez maior na nossa compreensão do mundo moderno dos negócios.

O total de dados e outros “ativos intangíveis” das empresas, como patentes, marcas registradas e direitos autorais, podem valer mais de US$ 8 trilhões, diz Leonard Nakamura, economista da regional do Federal Reserve, o banco central americano, na Filadélfia. O valor é quase igual ao produto interno bruto da Alemanha, França e Itália juntas.

Esses ativos intangíveis estão se tornando uma parte cada vez mais importante da economia global. O valor das patentes, por exemplo, vem sendo um dos principais motivadores tanto de fusões e aquisições quanto de ações judiciais por parte de gigantes da tecnologia como Google Inc., Apple Inc. e Samsung Electronics Co. Tais ativos, porém, não figuram nos balanços financeiros das empresas.

“Queremos algum tipo de informação contábil sobre isso para podermos ter uma ideia melhor de como as empresas estão investindo para crescer”, diz Nakamura.

A questão não se limita ao setor de tecnologia. A Kroger Co. , uma rede americana de supermercados, registra tudo que os clientes compram nas suas mais de 2.600 lojas e monitora o histórico de compras dos cerca de 55 milhões de membros do seu cartão fidelidade. A empresa analisa esses dados em busca de tendências e depois, por meio de uma joint venture, vende as informações para os fornecedores que abastecem suas prateleiras.

Fabricantes de produtos de consumo, como a Procter & Gamble Co. e a Nestlé S.A. , estão dispostas a pagar por essas informações, que lhes permitem adaptar seus produtos e seu marketing às preferências do consumidor.

Laney e outros calculam que a Kroger fatura US$ 100 milhões por ano com a venda de dados, mas os executivos da empresa não falam sobre o assunto.

A Kroger afirma que segue os princípios de contabilidade geralmente aceitos, que proíbem as empresas de tratar dados como ativos ou contabilizar o dinheiro gasto na coleta e análise de dados como um investimento e não um custo.

O Conselho de Normas de Contabilidade Financeira dos Estados Unidos (Fasb, na sigla em inglês) vem tendo dificuldade para ajustar suas regras a uma economia cada vez mais baseada na informação e propriedade intelectual. O Fasb debateu os ativos intangíveis duas vezes entre 2002 e 2007, mas abandonou a questão diante das complicações. Em setembro, o conselho consultivo do Fasb novamente recomendou o estudo dos intangíveis, diz Christine Klimek, porta-voz do órgão.

Entre as muitas dificuldades está a avaliação da vida útil e do valor futuro dos dados das empresas e o acompanhamento das alterações no valor deles. Calcular esses números seria relativamente fácil para um ativo físico como uma fábrica, mas no mundo nada sólido dos intangíveis há poucos precedentes para esses cálculos.

As discussões sobre as dificuldades de reconhecimento de ativos intangíveis também sempre estiveram presentes no cenário contábil do Brasil, sobretudo para aqueles ativos formados internamente na empresa e não em decorrência de uma aquisição, disse num e-mail a vice-presidente Técnica do Conselho Federal de Contabilidade, Verônica Souto Maior. O tratamento contábil que as empresas devem dar a recursos aplicados em intangíveis está na norma brasileira, que, ao contrário da americana, segue o padrão IFRS, do Conselho Internacional de Normas Contábeis (IASB, na sigla em inglês), acrescentou ela.

A falta de consenso sobre como mensurar o valor dos dados cria um grande ponto cego para os investidores de pesos pesados como Facebook, eBay e Google, cuja maior parte da receita vem dos dados que coletam.

“Muito do que acontece nas empresas não está sendo refletido nas divulgações públicas [de resultados] nem na contabilidade”, diz Glen Kernick, diretor administrativo do banco de investimentos Duff & Phelps Co.

Subtraídas as dívidas, Facebook, eBay e Google possuem um total de US$ 125 bilhões em ativos. Mas o valor combinado das ações das três é de US$ 660 bilhões. A diferença reflete a consciência do mercado de que os ativos mais valiosos dessas empresas — como algoritmos de buscas, patentes e um enorme volume de informações sobre usuários e clientes — não aparecem nos seus balanços. Isso leva muitos investidores a avaliar as empresas com base em outros critérios mais voláteis, como fluxo de caixa e perspectivas econômicas.

De fato, muitos especialistas dizem que os investidores não precisam saber o valor específico de ativos intangíveis como dados, argumentando que a cotação da ação de uma empresa reflete a avaliação que o mercado faz desses ativos.

“Os dados não valem nada se você não souber como usá-los para ganhar dinheiro”, diz Laura Martin, analista da Needham & Co., acrescentando que os dados perdem valor com o tempo e que por isso são mais difíceis de serem avaliados num dado momento.

Mas depender da sabedoria coletiva do mercado tem seus riscos, como mostrou, em 2000, o estouro da bolha das pontocom, a qual resultou da crença generalizada de que as métricas tradicionais de valor e risco não valiam mais na “nova economia”.

Aquisições são uma das raras vezes que se atribui preços específicos aos dados. De fato, o valor dos dados a ser adquiridos está se tornando um fator importante na compra de empresas, diz Bruce Den Uyl, diretor administrativo da consultora AlixPartners LLP.

A Nielsen Holdings NV, que monitora o que as pessoas assistem na televisão e compram nas lojas, adquiriu a firma de monitoramento de audiência de rádio Arbitron Inc. por US$ 1,3 bilhão em setembro de 2013. Como parte do negócio, a Nielsen dividiu, no seu balanço, os ativos intangíveis que adquiriu, inclusive US$ 271 milhões em ativos “intangíveis relacionados a clientes”.

O item abrangia o valor de longo prazo das relações com consumidores e as listas de clientes, mas a Nielsen não especificou quanto pagou por cada um.

A Nielsen, que não quis comentar, não atribui valor aos dados que ela mesma cria, mas avaliou em US$ 1,98 bilhão os intangíveis relacionados a clientes e em US$ 4,82 bilhões outros que adquiriu até o fim do primeiro trimestre.

(Colaborou Luis Garcia.)

Disponível em:http://online.wsj.com

escrito por Mathilde Soares

16 Out

escrito por Mathilde Soares

10 Out

escrito por sergio.pery

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